UM RESUMO DAS OCUPAÇÕES: Intolerância política, perseguição religiosa, fascismo e truculência.

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O resultado das ocupações: perda de aulas e destruição.

No IFMA do Monte Castelo o movimento de estudantes é capitaneado por professores. Estudantes que se opõem ao ato de ocupação da escola são interpelados por professores e chamados para debater. Já os ocupantes, esses são impedidos até de dar entrevista para defender seu ponto de vista. A decisão dos “fascitinhas” é chancelada pela diretoria fascistóide da escola.

Na UEMA a Polícia Militar faz a segurança dos invasores que deixam milhares de alunos sem a aula. Apesar do evidente prejuízo ao calendário, o Governo do Estado finge que a coisa não é com ele e aguarda a boa vontade dos invasores para que as aulas recomecem.

No Cintra uma capela foi depredada e várias imagens sacras foram destruídas. A escola, a maior do estado, é ocupada por poucas dúzias de pessoas. Uma parte delas não estuda. Lá também a omissão de Flávio Dino e Felipe Camarão (secretário estadual de educação), é notória.

No Liceu a decisão dos alunos em impedir a ocupação do prédio sofre ataques diuturnamente dos mais variados setores.

Na UFMA os manifestantes perseguem alunos e professores que se colocam contra as suas ideias. O fim das aulas no Centro de Ciências Humanas não foi alcançado com conversa e argumentação, mas com barricadas nas salas de aulas. Quem discorda, leva porrada e/ou é vaiado. Os facistóides da UFMA são os mais selvagens.

Em grupos de estudantes que se colocam contra as ocupações, os relatos de orgias sexuais, consumo de drogas, aparelhamento por partidos políticos e ignorância em relação aos temas são frequentes.

Além disso, milhares de estudantes que fizeram, e fariam o ENEM, se dizem prejudicados pelas ocupações. “Enquanto os filhos dos ricos faziam revisões, os pobres nem entram nas escolas. Isso com o apoio de professores e diretores”, disse um aluno que preferiu não se identificar.

Notícia mentirosa da Agência Matraca: todos contra os estudantes.

Notícia mentirosa da Agência Matraca: todos contra os estudantes.

A ofensiva contra o direito de estudantes, em sua maioria pobres e humildes, de estudar também é patrocinada por órgãos ligados à esquerda comandada por Flávio Dino. A Agência Matraca, ONG que atua destruindo reputações alheias e fingindo defender os diretos de crianças e adolescentes, na semana passada divulgou uma notícia mentirosa contra os estudantes do Liceu.

Meia-dúzia de palermas impedem milhares de ter aula.

Meia-dúzia de palermas impedem milhares de ter aula.

Entrei em contato com membros do governo e da própria OAB. Reservadamente, ambos desmentiram a notícia mentirosa dos pistoleiros midiáticos da Agência Matraca. Contudo, dias após serem informados da reportagem, nenhuma nota ou esclarecimento público foi publicado.

Acontece que existe muito mais por trás da intolerância política e das orgias promovidas pelos fascistinhas que ocupam escolas e universidades maranhenses.

Aparelhadas por movimentos e partidos de esquerda, em menor ou maior escala, absolutamente TODAS as entidades que deveriam questionar a interrupção das aulas, simplesmente emudecem.

Governo do Estado, Ordem dos Advogados, Ministério Público, ONGS, Conselhos Tutelares… Todos atuam em conchavo para que estudantes de escolas públicas continuem sem aula.

Enquanto isso, filhos e filhas dos chefões dessas entidades assistem aulas em escolas particulares.

Ideologia que prejudica desempenho escolar só é boa quando atinge filho alheio, essa é a verdade.

E eu duvido muito que governador, promotores, advogados, secretários de governo, deputados, vereadores e autoridades que possuem filhos adolescentes os deixariam “lutar” contra a PEC acampados em escolas, dormindo ao relento e com a possibilidade de usar drogas ou promover orgias sexuais. DUVIDO MESMO!

A ocupação das escolas públicas do Maranhão serviu como um dos maiores aprendizados para estudantes da rede pública nas últimas décadas. Enquanto estas dúzias de bobocas são usados politicamente, outros milhares de estudantes hoje sabem como agem essas pessoas: intolerantes, fascistas, mentirosos, tiranos, alienados e ignorantes.

O movimento de ocupação pode ter sido bem-sucedido em tirar estudante de sala de aula, mas se deu muito mal no sequestro de suas consciências. O sentimento de repulsa a esse pessoal entre garotas e garotas do Maranhão sai muito maior depois desse lamentável episódio.