PSOL deixa cair a máscara e lança nota de apoio formal à ditadura de Maduro

 

Os extremistas de esquerda do Psol, dito partido do “socialismo e liberdade”, como se isso fosse possível, não estão mais tentando esconder do que realmente gostam: socialismo e ditadura. É por isso que esse partideco, junto com o Partido Criminoso dos Trabalhadores (PT) e o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), está apoiando a ditadura de Nicolás Maduro na Venezuela.

No último domingo, 30, foi eleita a Assembleia Constituinte pra perpetuar Nicolás Maduro no poder. Houve repressão e morte de jovens manifestantes a mando do ditador. Esse mesmo que é amigo íntimo de Luiz Inácio Lula da Silva e seus sicários, e apoiado por todos os partidos satélites do PT.

Toda a extrema-esquerda internacional, inclusive a da Venezuela, está contra o governo de Nicolás Maduro. Apenas aqui no Brasil, essa gente tem o descaramento de admitir que adora uma ditadura socialista e ver o povo morrendo na pobreza.

Confira a matéria do site oficial do PSOL:

TODA SOLIDARIEDADE À REVOLUÇÃO BOLIVARIANA

A Venezuela enfrenta dias dramáticos. O enfrentamento político interno coloca as forças políticas em claro confronto. De um lado estão quase duas décadas de conquistas populares, de apropriação da riqueza petroleira por parte do Estado, de expansão dos direitos e garantias sociais e de uma rota da transformações profundas. De outro está uma oposição de direita ultraliberal, golpista e com sólidos laços com a Casa Branca e com o sistema financeiro internacional.

Além disso, tais forças contam com o apoio dos governos conservadores da América Latina e da Europa e com o suporte dos golpistas brasileiros.

Não nos iludamos. Por mais que possamos identificar equívocos na condução da Revolução Bolivariana por parte do governo Nicolás Maduro, a radicalização das posições coloca como única alternativa à sua continuidade a tomada do poder pela direita. Não há meio-termo e não há terceira via.

As dificuldades maiores do país estão em sua crônica dependência do petróleo, quadro que só pode ser alterado com firme intervenção estatal e em condições muito diferentes das atuais. A convocação de um processo constituinte visa ampliar a legitimidade de um governo que mudou a face do país, sob o comando do presidente Hugo Chávez.

O PSOL sabe que numa situação de confronto, a neutralidade significa apoio tácito ao lado mais forte. Por isso, manifestamos apoio ao processo constituinte proposto pelo governo Maduro e ao aprofundamento das transformações sociais naquele país.

Secretaria de Relações Internacionais do PSOL, 31/07/2017.