Proposta do PCdoB permite TODA forma de estrutura familiar


De autoria do deputado federal Orlando Silva (PCdoB), o Projeto de Lei (PL) nº 3369/2015 vem causando polêmica por indicar formas de união entre duas ou mais pessoas pouco heterodoxas, como o casamento entre pais e filhos. Em suas redes sociais o deputado Orlando Silva ele caracterizou a situação como “fake news” e prometeu processar os responsáveis.

O fato é que o projeto é cristalino em seu texto ao afirmar que serão reconhecidas como família “TODAS as formas de união entre duas ou mais pessoas” sem nenhum tipo de obstáculo, inclusive “consanguinidade”. Ou seja: parentesco.

As estruturas mais básicas de uma família são um casal; um casal e seu filho ou filhos; pai e filhos; mãe e filhos. Além de outras variações em que são inseridos avós, tios etc.

Ao permitir que TODAS as formas de união sejam reconhecidas como famílias, o texto DÁ SIM margem para que duas pessoas, independente de qualquer circunstância, sejam reconhecidas da forma familiar que exigirem ser. Logo, nada impede que parentes de primeiro grau, que pais e filhos, estabeleçam que sua relação familiar é a de um casal.

O projeto de Orlando Silva retira da sociedade a prerrogativa de determinar as estruturas familiares aceitáveis e estabelece TUDO como aceitável.

Em suas redes sociais o deputado afirmou que o texto não trata de casamento entre pais e filhos, como se os efeitos de uma lei tivessem que ser exauridos por sua semântica. A legalização do assassinato de professores por alunos em escolas, por exemplo, pode muito bem ser feito sem o uso dos termos professor, aluno ou assassinato. “Será permitida TODA reação na escola, independente de consequência física, por parte de menor de idade que se sentir ofendido no âmbito escolar.

Uma lei que libera TUDO não precisa esclarecer o que significa esse TUDO por razões evidentes.

Aliás, o surto de puritanismo do deputado federal Orlando Silva contrasta com a militância do PCdoB em universidades e no meio social. Quem olha a reação do deputado até imagina que a família tradicional é algo digno de apreço por políticos como ele. O que todos bem sabem não ser verdade.

Aliás, o próprio termo “poliamor”, tão bem difundido por comunistas e esquerdistas, nada mais é do que a quebra de todo e qualquer limite físico e social em relação à união de pessoas.

O “poliamor” é a completa implosão de tabus e ordenamentos sociais no que diz respeito a afeto e constituição familiar. Quem diz isso diariamente é a própria esquerda.

E não é preciso trazer ao pé-da-letra o termo poliamor para ser caracterizado enquanto tal. O fim dos limites já evidencia a situação. E o texto do deputado ACABA com todos os limites sociais e físicos.

Se ao tentar lacrar ele não atentou para a confusão a liberação de TUDO poderia causar, ele que retire o texto e faça as correções necessárias. Porque TODA significa TODA, e se o texto dele permite TODA formação familiar, não é preciso ser gênio para saber que daí PODEM nascer as depravações mais absurdas.

Esquerdistas como Orlando Silva devem aceitar as consequências de sua militância transloucada na destruição do conceito tradicional de família e na reengenharia dos gêneros. Como o caso do canadense Paul. Um homem de 52 anos, casado e pai de 7 filhos, que um dia acordou e decidiu assumir a identidade de uma menina de apenas 6 anos. Um casal o adotou e hoje ele vive como “filha criança” deles.

Antes um mecânico, hoje uma menina de 6 anos. Mas, para Orlando Silva não há relação com a atuação política de pessoas como ele.