Petistas temem que ex-ministro não suporte a prisão e faça delação

A prisão de Paulo Bernardo, que foi ministro dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, deixou correligionários à beira de ataque de nervos, de acordo com o colunista do Metro Jornal Cláudio Humberto.

Eles temem que o investigado não suporte a prisão e logo feche acordo de delação premiada, até porque vinha se queixando de “abandono” dos petistas. Ao contrário da mulher, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), ele não tem foro privilegiado e pode passar uma longa temporada na cadeia.

Ainda que tente fazer delação, Paulo Bernardo ficará longa temporada preso, segundo avaliam experientes investigadores.

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) ficou abatida após a prisão do marido. Aliados de Dilma avaliam que a Operação Custo Brasil liquidou suas chances, que já não eram muitas, na comissão do impeachment.

Segundo o colunista, a oposição ao PT foi cordial neste episódio, evitando repercutir a prisão do ex-ministro de Lula e Dilma na comissão do impeachment.

O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que ontem foi alvo de novo mandado de prisão, também se queixa de abandono do PT e negocia sua delação.