Greve geral contra reforma da Previdência é convocada por centrais sindicais


Uma greve geral contra a reforma da Previdência e o governo do presidente Jair Bolsonaro para esta sexta-feira (14) está sendo convocada por centrais sindicais de todo o país. Além das paralisações trabalhistas previstas por sindicalistas, haverá manifestações em pontos estratégicos do país.

As convocações  estão sendo feitas através das redes sociais e por meio de panfletagem nos grandes centros. No último sábado (08), a hashtag #Greve14J foi um dos assuntos mais comentados do Twitter no Brasil.

“A única forma de barrar essa reforma [da Previdência] é fazer o enfrentamento nas ruas. É greve geral”, afirmou Vagner Freitas, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores).

A oposição também mobiliza-se para inflar a aderência ao movimento desta semana. A presidente do PT (Partido dos Trabalhadores), Gleisi Hoffmann (PR), convocou os atos em seu perfil no Twitter: “Vamos parar o país contra a retirada de diretos dos trabalhadores”.

O perfil no Twitter do Psol (Partido Socialismo e Liberdade) também defendeu a adesão ao ato de 14 de junho. Divulgaram vídeo em que a deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP) afirma que o projeto de reforma previdenciária é “perverso” e “exclui milhões de trabalhadores do direito de aposentadoria”.

No PCdoB (Partido Comunista do Brasil), a deputada Jandira Feghali (RJ) atacou o presidente Jair Bolsonaro ao convocar a greve de sexta-feira (14): “É um bobalhão num dos cargos mais importantes da República”.

A petista Maria do Rosário (PT-RS) convocou os estudantes que se mobilizaram contra os cortes no orçamento do Ministério da Educação. Na última sexta-feira (07), a Justiça Federal da Bahia determinou a suspensão do bloqueio orçamentário na pasta.