Médicos de clínica para transexuais exigem o fim do experimento com crianças

De acordo com o jornal The Times, médicos e ex-funcionários deixaram a clínica Tavistock Center por causa da maneira como as crianças eram tratadas. Os médicos se demitiram devido a temores de ética e segurança.

A clínica credita que algumas crianças foram diagnosticadas erroneamente como “transgêneros”, porque experimentaram atrações sexuais entre pessoas do mesmo sexo.

Especialista alertam, que diagnósticos errôneos têm levando crianças a passarem por intervenções médicas, mesmo sem evidências suficientes de seus efeitos a longo prazo.

Os Médicos foram responsáveis por determinar quais crianças deveriam ou não ter bloqueadores de hormônio retardadores da puberdade. Na maioria das vezes, as crianças que recebem bloqueadores da puberdade, começam a tomar esses hormônios quando têm 16 anos. Os efeitos são irreversíveis.

Os especialistas informaram que as crianças estavam aprovadas para as terapias, mesmo antes que a clínica estabelecesse as causas de sua “confusão de gênero”.

Além disso, foi descrito pelo jornal, que as instituições de caridade dirigidas por ativistas, como Susie Green, causam danos ao promover a transição como uma solução para os adolescentes confusos.

O número de crianças e adolescentes britânicos que buscam ajuda com questões de gênero do GIDS disparou em menos de uma década.

Segundo o jornal, houve 94 encaminhamentos em 2010. O NHS informou que em 2017/2018 havia 2.519. E isso representa um aumento de 25% em relação a 2016/2017, quando havia 2.016.

A matéria do Times expões sobre a necessidade de proteger crianças, de adultos que estão dispostos a lhes dar bloqueadores da puberdade e hormônios sexuais.

Em 2018, mais de 2.500 jovens foram encaminhados à clínica para Serviço de Desenvolvimento de Identidade de Gênero, no Centro Tavistock.