Madrasta assassina do menino Rhuan é filiada ao PCdoB

Um dos crimes mais bárbaros da história recente do Brasil, sem dúvida, foi o assassinato do menino Rhuan. Ele estava em cárcere privado e teve seu pênis decepado pela madrastra, Kacyla Damasceno, 28, militante da esquerda e filiada ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB), um dos principais apoiadores da Ideologia de Gênero no Congresso Nacional.

Na cabeça doentia das assassinas, Rhuan foi um experimento que falhou e por isso descartado. É preciso dizer que nem todas as pessoas de esquerda chegam a esse extremo, mas, dando voz a essa visão deturpada de mundo, acabam colaborando com casos como esse.

Toda a concepção de mundo da esquerda se baseia na criação de um novo indivíduo. Esse indivíduo deve obedecer aos mandamentos radicais da ideologia sem titubear. Caso apareça alguma dúvida, um lampejo de contestação, algo que indique que esse indivíduo não rezará na cartilha esquerdista, basta eliminá-lo.

Rhuan foi brutalmente assassinado por ser menino e só por isso. As motivações alegadas pelas assassinas são absurdas. A pouca repercussão na mídia oficial é uma prova definitiva de que, aparelhada por militantes, a nossa imprensa, é tendenciosa.

O crime é um dos principais expedientes da esquerda. O resultado é a redução drástica do potencial humano que pode culminar no assassinato brutal de uma criança indefesa. Apenas mais um na estatística milionária de vítimas da esquerda.