Jornalista já tinha alertado sobre Constança Rezende do Estadão

Matéria publicada pelo site Washington Times, nesta última sexta-feira (8), matéria denunciando a repórter do Estadão Constança Rezende no caso Flávio Bolsonaro/Fabrício Queiroz.

Constança Rezende admitiu em áudio que a sua “denúncia” sobre o senador Flávio Bolsonaro teria como alvo “arruinar Bolsonaro” e que seria um ato falho se nada acontecesse após a investigação, pois, para a jornalista, as denúncias envolvendo o filho do presidente deveriam causar o impeachment de Bolsonaro. A jornalista do Estadão disse ainda que o COAF lhe entregou documentos sigilosos.

Todd Wood, jornalista responsável pela publicação no jornal americano, disse que a esquerda está atacando Bolsonaro usando a mesma estratégia que usou contra o atual presidente dos EUA, Donald Trump.

“Não foi nenhuma surpresa quando uma fonte me mostrou que documentos vazados após a eleição de Jair Bolsonaro para a presidência para iniciar uma investigação, possivelmente faziam parte de um elaborado plano para destituir um presidente conservador do cargo. Muito parecido com o que está acontecendo nos Estados Unidos contra o presidente Trump”, disse o jornalista.

Documentos vazaram para a mídia do COAF sobre Queiroz um ano antes. O que deixa suspeito só agora o lançamento da midía. “Por que entregar os documentos aos jornalistas antes da inauguração? E um ano depois eles foram escritos? Poderia ser um último truque para evitar que Bolsonaro ganhasse poder?” Idagou o jornalista.

“Jair Bolsonaro, o Donald Trump brasileiro, concorre à presidência promovendo uma plataforma anticorrupção, para livrar a antiga colônia portuguesa. A elite esquerdista no poder não gostou nada disso. Eles gostaram de seu controle sobre o governo e suas agências. Semelhante à ameaça representada por Ronald Reagan, eles tentaram matá-lo. Bolsonaro foi esfaqueado no estômago em setembro passado durante uma campanha e foi às pressas para o hospital para fazer uma cirurgia. Depois que ele ganhou a eleição, a ameaça de um líder populista nesta nação latino-americana tornou-se muito real. Pessoas foram ameaçadas; ele corria perigo de vida [..] Soa familiar?” Concluiu Wood.