Estamos sendo descaradamente censurados

Que o Facebook é uma mídia social progressista, isso é evidente. Todo mundo sabe. Recentemente, meu perfil foi deletado das redes sociais, porque tentei publicar uma imagem anticomunista; a foice e o martelo, com uma tarja preta de censura em frente a ela.

Fui acusado então de violar os padrões da comunidade, e meu perfil foi excluído. Não fui nem mesmo bloqueado, ou impedido de publicar.

O perfil foi sumariamente deletado, de forma imediata.

Mas não é de hoje que o Facebook censura arbitrariamente conteúdo conservador. Há pouco mais de um ano, quase duas centenas de páginas de direita, (inclusive a da AReunião),e quase uma centena de perfis vinculados a tais páginas, foram sumariamente deletados do Facebook, sob o falacioso pretexto de combater disseminação de supostas Fake News. Rapidamente,a notícia teve bombástica repercussão na mídia, em decorrência da veloz, mas imprecisa e demagógica atuação da imprensa vermelha, que — por ser igualmente progressista — estava celebrando o acontecimento.

Evidentemente, há um grande movimento para silenciar a direita política e o conservadorismo.

Obviamente, os progressistas — apesar de não estarem no poder — continuarão lutando avidamente pela hegemonia cultural e o monopólio da informação. Ou melhor, da doutrinação. Como sabemos, a esquerda não possui nenhum tipo de informação salutar ou relevante, muito menos conhecimento. Eles praticam manipulação descarada, para fins de doutrinação política.

Há muito tempo, páginas de conteúdo conservador vem sendo suprimidas do Facebook. Por volta de 2017, a página Conservadorismo do Brasil — que possuía então aproximadamente 160.000 seguidores — foi sumariamente excluída sem explicação alguma. Populares páginas anarcocapitalistas, que combatem a esquerda com igual veemência, também foram excluídas da rede social. Só que os anos passam, e esse problema continua. O Facebook certamente pretende se desvincular de todo e qualquer conteúdo conservador, e fará o que for necessário para se tornar uma rede social de conteúdo exclusivamente progressista.

Mas isso não é surpresa nenhuma.

O Facebook é uma instituição progressista, e como tal, abomina tudo aquilo que é de caráter conservador. A empresa age da mesma forma — com um pouco mais de discrição, evidentemente — nos Estados Unidos; tanto que, em 2018, o executivo-chefe da companhia, Mark Zuckerberg, teve que comparecer a uma audiência no congresso,para dar explicações sobre a conduta maledicente da companhia. E não é apenas o Facebook que está censurando arbitrariamente conteúdo conservador. Recentemente, o famoso conservador americano Dennis Prager processou o YouTube porque a plataforma estava deliberadamente boicotando os videos do seu canal, PragerU,um dos mais renomados e distintos canais conservadores dos Estados Unidos. Posteriormente, Dennis Prager processou também o Google, por motivo similar.

Infelizmente, o progressismo se difundiu de forma muito exacerbada pelo mundo, especialmente pela sociedade americana,de maneira que praticamente todas as grandes empresas e todos os principais conglomerados que existem no país estão completamente infectados por conceitos progressistas. Há quase dois anos, James Damore foi demitido do Google simplesmente por questionar a suposta desigualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho.

Em decorrência das exclusões em massa de páginas de direita que ocorreram no ano passado, o Ministério Público Federal de Goiás exigiu explicações da rede social, à respeito da supressão indevida e arbitrária de páginas e perfis. O que se descobriu até o momento é que o TSE — de forma muito sinuosa e obscura —,estava diretamente envolvido, mas até que ponto e por quais razões,não foi possível elucidar.

Mas tudo o que se faz tem volta. A supressão arbitrária de páginas em 2018 fez com que as ações do Facebook despencassem drasticamente. A companhia teve um prejuízo que chegou a 120 bilhões de US$. O prejuízo pessoal de Zuckerberg foi estimado em 16 bilhões de US$. Acionistas da companhia chegaram a exigir a demissão de Mark Zuckerberg.

Infelizmente, isso não vai mudar. 2018 foi embora, 2019 está aí, quase no fim, e páginas e perfis conservadores continuam sendo sumariamente excluídos.

O Facebook é uma rede social progressista, e continuará deletando conteúdo conservador. Eles aprenderam a lição com o que aconteceu no ano passado, não irão mais deletar centenas de páginas e perfis de uma vez, mas continuarão fazendo isso aos poucos. Gradualmente, eles persistirão em eliminar da rede social tudo aquilo que não é progressista, dando sua contribuição na luta pela conquista da hegemonia cultural.

Não obstante, que aqueles que como eu estão sendo arbitrariamente censurados saibam que existe solução para tudo.

Passou da hora dos usuários substituírem o Facebook, e popularizar outras redes sociais — de caráter mais alternativo — como o Minds e Gab, que não censuram ninguém. O Facebook se tornou uma grande corporação progressista, e muito em breve não haverá nenhum espaço para nós, conservadores, na rede social de Mark Zuckerberg.