E agora, Rede Globo, de quem é a crise mesmo?

De acordo com informações obtidas pelo Notícias da TV, do portal UOL, e publicadas pelo Conexão Política, a TV Anhanguera, filiada da Rede Globo no Estado de Goiás, está sofrendo drásticas mudanças derivadas de uma queda de audiência expressiva nos últimos meses. Segundo a notícia, a emissora decidiu encerrar 6 telejornais e desligou em torno de 100 funcionários, além de estar sendo pressionada pela matriz a reverter a crise de audiência.

Além disso, a matéria revela que há um grande clima de apreensão no ambiente interno da filiada, que passa por um momento de pressão e cobrança por parte da Rede Globo. Os funcionários que permaneceram estão inseguros com a situação, e os diretores não se posicionaram claramente sobre a reestruturação, demonstrando o que parece ser uma desorganização de planejamento e uma escassez de soluções para os problemas regressivos de audiência do canal, de acordo com o que foi divulgado pelo Notícias da TV.

Fato é que não é mais segredo para ninguém, nos quatro cantos do País, que a Rede Globo está passando por um momento histórico muito complicado, com grande declínio de relevância, tanto a níveis estaduais como a nível nacional. Algumas notícias já circularam acerca de cortes drásticos nos salários de atores e apresentadores, bem como de demissões em massa de muitos nomes importantes para o grupo.

O que não surpreende, no entanto, é a Rede Globo estar colhendo o fruto que plantou ao longo dos vários anos de amplo domínio midiático que exerceu no Brasil. Grande parte desse sucesso, vale lembrar, alcançado às custas da ajuda estatal, por meio de dinheiro público, bem como da forte manipulação da informação veiculada pelo seu jornalismo.

O advento da internet, contudo, trouxe uma enorme renovação na forma como as notícias são veiculadas, com destaque importante para as redes sociais, que deram a oportunidade para que várias pessoas tornassem-se relevantes na mídia. Instrumento importante para dar voz ao povo, para promover a pluralidade e a liberdade de expressão, o que fortalece qualquer regime democrático.

Hoje, todos sabem o que acontece no mundo todo quase em tempo real. E mais do que isso, as pessoas podem opinar, contrapor ideias, desmentir Fake News e etc.

Essa difusão cada vez maior das fontes de informação, associada à liberdade cada vez maior de expressão do povo, tem derrubado inúmeras narrativas e narradores. São muitos os jornais, revistas, repórteres e canais que tem sofrido com uma drástica perda de credibilidade. A Rede Globo é só mais uma, dentre várias, cuja derrota ganha destaque pelo grande império midiático que ela construiu no País.

O interessante é relembrar qual foi o maior motivo, dentre os muitos, que tem derrubado tão rapidamente a audiência da Globo: a narrativa ideológica da política.

O povo acordou politicamente no Brasil. E o discurso cansativo da esquerda, que repete as mesmas mentiras de sempre, de forma exaustiva, é amplamente propagado por alguns meios jornalísticos, como o da Rede Globo.

Essa insistência em atacar a direita, em atacar o conservadorismo, em atacar a a religião cristã, em promover aquilo que o povo despreza, em perseguir o atual Governo, entre outros erros, apenas afastou o público brasileiro, que está percebendo, cada dia mais, o surgimento de mídias alternativas, independentes, que buscam transmitir a realidade com honestidade, defendendo as principais características da população, com trabalhos muitas vezes voluntários, como ocorre inclusive neste Editorial, e sem aceitar dinheiro público para fazer aquilo que entendem como correto.

A Globo, que tanto persegue o nosso Presidente, bem como todos os que o apoiam e tudo o que ele defende, tem propagado muitas notícias desonestas acerca do atual Governo. Uma delas foi sobre as supostas crises que o Governo está sofrendo. Quantas notícias você, leitor, ouviu a respeito de crises no Governo, do início do ano até hoje?

Todavia, quem está vendo um grande império desmoronar, após décadas de forte domínio em meio à opinião pública, é a emissora matriz, que sofre tanto pelo desprezo cada vez mais evidente do povo, quanto pelos cortes radicais de verbas provindas do Governo, que, antes, davam um incentivo financeiro muito importante à empresa.

Dinheiro público não deve sustentar empresa privada! Os cortes são uma iniciativa corretíssima do Governo atual.

Mas o MBC deixa uma pergunta à Rede Globo: será que é mesmo a gestão de Bolsonaro que está sofrendo alguma crise no momento? Façamos uma reflexão.

Fonte: Editorial MBC