Descontrolada na insana na defesa que faz de Lula, Gleisi Hoffmann comete nova gafe internacional

A descontrolada obsessão da senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR) em defender o agora condenado ex-presidente Lula tem levado a presidente dos petistas a cometer seguidas gafes e a enfrentar situações constrangedoras, o chamado “mico”.

Há dias, Gleisi Helena acreditou, de maneira estabanada, e comemorou nas redes sociais o fato de que a torcida de um time de futebol alemão estaria apoiando Lula, quando na verdade foi um grosseiro erro de interpretação da senadora paranaense. Mal baixou a poeira desse enorme fiasco, que repercutiu largamente na internet, e Gleisi envolveu-se em outro imbróglio muito pior.

No último sábado (27), Gleisi publicou nota destrambelhada em seu Twitter, após acreditar em uma ridícula “fake news”. A comandante nacional do PT informou que o “presidente” (sic) da ONU, António Guterres, “ameaçou o Brasil”.

Segundo Gleisi, a “ameaça” teria ocorrido após Guterres tomar conhecimento da apreensão do “passaport” (sic). Nem mesmo o português trôpego, nem erros crassos (a ONU não tem presidente), nem o fato que não é função da ONU ameaçar quem quer que seja, acenderam a luz vermelha de alerta para os escassos neurônios de Gleisi. Ela deu crédito à bobagem e se cobriu de ridículo arrastando seu cambaleante partido com ela.

O texto que pareceu verídico – e digno de crédito à senadora Gleisi – é o que segue:

“SECRETÁRIO GERAL DA ONU AMEAÇA O BRASIL

Após decisão da apreensão do passaporte de Lula, António Guterres Presidente da ONU classificou como Ato Ditatorial, a retenção de um passaport de um líder mundial. Antonio Guterres ameaçou o Brasil com sanções caso o passaport de Lula não seja devolvido”.

ONU desmente

A reportagem do blog “A Protagonista” entrou em contato com a ONU Brasil, que confirmou serem inverídicas as informações publicadas pela senadora. A entidade esclareceu que a ONU tem caráter diplomático e, portanto, “ameaças” não fazem parte da natureza da instituição. Além disso, sanções não são determinadas de maneira unilateral pelo secretário-geral, mas debatidas pelo Conselho de Segurança. Por fim, António Guterres não é “presidente” da ONU, mas secretário-geral.

Para quem um dia sonhou em substituir a “companheira” Dilma Rousseff na Presidência da República, Gleisi Hoffmann é a personificação do ridículo. Talvez seja a pessoas certa para o momento que o PT vive – esfacelamento partidário na esteira de escândalos de corrupção e desastre econômico.

Fonte: Ucho.Info