Ativista de gênero processa mulher por criticar operação de “mudança de sexo” em garoto de 16 anos

Ativista de gênero processou uma mulher por ter feito críticas à “mudança de sexo” que seria realizada em um adolescente de 16 anos. A ONG CitizenGO criou uma uma petição online em sua defesa.

No início de 2019, a diretora da CitizenGO no Reino Unido, Caroline Farrow, recebeu um aviso de investigação policial por descrever a operação de “mudança de sexo” de um garoto de 16 anos como “castração, mutilação e abuso infantil”.

Por fim, a diretora do lobby britânico de transgêneros, Mermaids, Susie Green decidiu desistir das acusações. No entanto, outro ativista transgênero, Stephanie Hayden, decidiu dar continuidade à denúncia.

O “currículo” criminal de Stephanie Hayden – nascido como Anthony George Steven Halliday – é preocupante: agressão violenta com um taco de golfe; várias ofensas por comportamento desonesto; fraude; e agressão sexual.

Ele começou a atacar Caroline nas redes sociais em uma campanha implacável de assédio. Caroline, mãe de 5 filhos, estava logicamente assustada porque sua família começou a receber ameaças de ativistas que descobriram onde ela morava.

Então, ela decidiu revelar essas ameaças de sua própria conta no Twitter como uma forma de proteção.

Foi quando Stephanie Hayden decidiu levar pessoalmente uma denúncia a Caroline Farrow. O julgamento foi realizado alguns dias depois, sem tempo material para preparar adequadamente a defesa. Incrivelmente, o juiz classificou como assédio o fato de Caroline ter dito que Stephanie é biologicamente homem e ordenou que Caroline não falasse sobre Stephanie novamente.

Caroline obviamente cumpriu a sentença. Mas Hayden a denunciou novamente, desta vez reivindicando uma indenização de mais de 100.000 libras (cerca de 150.000 dólares) e pedindo uma sentença de prisão para ela. Ele argumenta que ela violou o mandado judicial por declarações genéricas – não relacionadas a Stephanie – em um fórum privado.

Caroline não é a única vítima do assédio legal de Stephanie. Outra mãe também está sendo alvo de sua ira. O nome dela é Kate Scottow e ela está sendo acusada civil e criminalmente. Como se isso não bastasse, a ira do ativista transgênero também é direcionada a duas mulheres com deficiência: Helena Wojtczak e Dra. Louise Moody.

Scottow foi presa em sua casa, na presença de seus filhos, um autista e outro em idade de amamentação. Ela ficou preso por 11 horas por tornar públicos os negócios financeiros duvidosos de Stephanie, informações que são de domínio público.

Por favor, assine esta campanha dirigida ao Procurador Geral para pedir que ele intervenha no caso de Caroline Farrow e das outras mulheres sujeitas à ira de Hayden. Ninguém deve ir para a cadeia ou sofrer um processo judicial por dizer a verdade científica.

Como já disse em diversas outras ocasiões, o objetivo de muitos ativistas LGBT é perseguir e silenciar os dissidentes. Eles pouco se importam com a suposta igualdade pela qual dizem lutar. Hoje a vítima é minha colega Caroline, esposa e mãe de 5 filhos. Amanhã poderá você.