A incoerência e grosseria de Dino junto com seus comunistas

O governador Flávio Dino (PCdoB) utilizou suas redes sociais no dia de hoje (11) para destilar todo seu veneno misturado com deboche e arrogância, características que lhe são peculiares, na tentativa de criar um aspecto de vitória em sua entrevista na TV Mirante. O comunista só esqueceu de apontar suas mentiras que foram desmascaradas em seguida.

Dino entrou na Mirante preparado para uma guerra, fez de tudo para transformar a participação em um espetáculo apoteótico, mas se perdeu diante da empáfia transmitida ao telespectador. Além das grosserias distribuídas ao jornalista Sidney Pereira, ainda foi pouco elegante com a apresentadora Ana Guimarães que possui uma das carreiras mais sólidas como âncora do principal telejornal do Maranhão, além disso, por ser mulher, merecia mais respeito.

Flávio ainda mostrou o quanto é cínico, ao tripudiar dos jornalistas como se fosse possível e depois nas redes sociais lamentar pelos profissionais que trabalham na emissora. Ora, pergunte a cada 10 estudantes de jornalismo nas faculdades do Maranhão onde eles gostariam de trabalhar? Certamente a TV Mirante seria a mais apontada.

Os comunistas, cegos pelo candidato á presidência Ciro Gomes (PDT), detonaram o jeito truculento de Jair Bolsonaro (PSL) em sua participação no Jornal Nacional, contudo, agora aplaudem a mesma atitude do governador do Maranhão no JMTV. Quanta incoerência.

A turma do PCdoB teve devaneios por algumas frases feitas de Dino e seus ataques à candidata Roseana Sarney, entretanto, ninguém comentou a mentira dele que prometeu tirar o Maranhão da miséria e na entrevista negou tal promessa.

Por fim, os assessores do candidato trataram de comemorar o resultado como uma vitória em clássico jogando fora de casa, para ludibriar a população, enquanto a realidade é que o governador apenas distribui grosserias, ironias e reforçou sua inteira falta de humildade para reconhecer seus próprios erros como gestor. Afinal, o maior exemplo disso, é que mesmo o Maranhão não atingido a meta da educação pública estipulada pelo Ministério da Educação, na visão de Dino o Estado virou um centro de intelectuais em três anos e meio.