Brasil sobe em ranking de inovação, mas ainda é o 64º do mundo

Poder 360

O Brasil registrou uma leve melhora no ranking do Índice Global de Inovação em 2018. Subiu 5 posições e alcançou o 64º lugar na classificação com 126 países. É a melhor posição do país desde 2014, quando ficou em 61º.

Na América Latina, o Brasil fica em 6º, atrás de Chile, Costa Rica, México, Uruguai e Colômbia.

Entre as áreas em que o país se destaca estão: gastos com P&D (pesquisa e desenvolvimento), importações e exportações líquidas de alta tecnologia; qualidade de publicações científicas; e universidades, especialmente a USP (Universidade de São Paulo), Unicamp (Universidade de Campinas) e UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

A lista é elaborada pela Universidade Cornell (EUA), a escola de negócios Insead e a Wipo (Organização Mundial da Propriedade Intelectual, na sigla em inglês) em parceria com outras instituições. No Brasil, os parceiros são a CNI (Confederação Nacional da Indústria) e o Sebrae. Leia a íntegra do estudo em inglês.

A classificação é baseada em 80 indicadores, que vão desde as taxas de depósito de pedidos de propriedade intelectual até a criação de aplicativos para aparelhos portáteis, gastos com educação e publicações científicas e técnicas. O ranking está em sua 11ª edição.

RANKING GLOBAL

A classificação mundial trouxe como novidade a presença da China entre as 20 economias mais inovadoras. É 1ª vez que 1 país considerado “em desenvolvimento” fica entre os 20 primeiros colocados. A Suíça continua na liderança entre todos os 126 países.

colocação país
1º Suíça
2º Países Baixos
3º Suécia
4º Reino Unido
5º Cingapura
6º Estados Unidos
7º Finlândia
8º Dinamarca
9º Alemanha
10º Irlanda
11º Israel
12º Coreia do Sul
13º Japão
14º Hong Kong
15º Luxemburgo
16º França
17º China
18º Canadá
19º Noruega
20º Austrália
64º Brasil