Estudantes de escola pública maranhense expulsam militantes do PCdoB

Uma batalha verbal entre estudantes teve como palco o colégio Cintra, no Rio Anil, semana passada.

Membros das Juventude do PCdoB foram à escola para “catequizar” estudantes sobre o comunismo e sobre o governo Flávio Dino, mas encontrou dificuldades.

Movimentos estudantis que atuam no Cintra – e não aceitam o proselitismo comunista – se revoltaram e rechaçaram os falsos estudantes, identificados como membros da UBES, controlada pelo PCdoB. (Veja o vídeo abaixo)

– Não é de hoje que a juventude do PCdoB entra em nossas escolas, se declarando representantes do movimento estudantil e induzindo jovens a seguir o modelo dos comunas de se organizar. Não vamos aceitar este grupo de infiltrados governistas vermelhinhos ditar as regras e maneira de organização dos estudantes. Não somos massa de manobra – declarou Brendo Costa, ele próprio um ex-membro da juventude comunista, que se decepcionou com o governo Flávio Dino (PCdoB).

O PCdoB tenta usar estudantes como massa de manobra desde sempre.

Este blog já denunciou, inclusive, a importação de jovens de outros estados para a campanha de 2014, no post A militância paga e importada de Flávio Dino…

Muitos destes jovens ficaram pelo Maranhão e hoje são mantidos pelo governo.

O próprio Brendo Costa, que fala neste post é um desses jovens importados.

Potiguar nascido em Natal (RN), ele veio para São Luís em 2014, ainda menor de idade, com centenas de outros jovens de todo o país aliciados pelo PCdoB para se passar por militantes em São Luís.

Após a eleição de Flávio Dino, alguns desses jovens – caso de Brendo Costa – romperam com o comando jovem comunista e foram abandonados.

O Cintra passou a ser uma espécie de base de resistência anti-juventude comunista, por isso a reação dura da semana passada aos membros do PCdoB.

– Somos jovens estudantes de visão critica e não compactuamos com os discursos sectários e fascistas deste governo – declarou Costa, para alertar que o governo já voltou a aliciar jovens de todo o país para a campanha de 2018.

– São estes jovens, forasteiros, que já começaram a ir às escolas – denuncia.