Escola de samba maranhense fez homenagem a assassino que abandonou mulher grávida

O assassino Luiz Carlos Prestes

“Nas trilhas do Sul do Maranhão uma Coluna Vertebrada com Ossos feitos de Sonhos e Esperança”, esse foi o tema da Favela do Samba no Carnaval 2018. A agremiação prestou uma homenagem a Luiz Carlos Prestes, assassino, desertor e covarde.

Como isso pode acontecer? Bem, apenas o elevado grau de alienação ideológica nos tempos atuais explica que uma figura tão grotesca quanto Luiz Carlos Prestes seja homenageado publicamente. Como o melhor remédio contra a alienação são os fatos e a verdade, então vamos a eles.

Em 27 de novembro de 1935 o Exército Brasileiro viveu um dos dias mais inglórios de sua história. Militares desertores, traidores de nossa Pátria, comandados pelo homenageado da Favela do Samba, atacaram oficiais e soldados dormindo. Dezenas foram assassinados de forma covarde enquanto dormiam. A revolta de Prestes, que ficou conhecida como Intentona Comunista, foi suplantada e entrou para a história como a manobra mais covarde da nossa história.

Ainda na década de 1930, Getúlio ajudou a entregar a líder comunista judia Olga Benário aos nazistas. Olga, mulher de Prestes, foi morta em uma câmara de gás em 1942. Três anos depois disso, Prestes apoiou a permanência de Getúlio Vargas na Presidência em 1945.

Prestes também comandou por décadas um Tribunal Comunista que decidia pela morte dos considerados “inimigos” da revolução. Uma das dezenas de vítimas, também assassinadas de forma covarde, foi Elvira Cupelo.

Elvira era uma garota de 16 anos que integrava o grupo comandado pelo tema da Favela do Samba. Após uma suspeita inconclusiva de traição (nada mais simbolicamente asqueroso do que assassinar uma mulher por traição), Prestes ordenou que a jovem fosse assassinada.

Ela foi estrangulada após passar café para seus assassinos. O corpo foi quebrado ao meio para poder caber dentro do porta-malas de um carro. Anos depois, o irmão de Elvira, Cupelo Colônio, participou da exumação do corpo da jovem que teve a vida encerrada pelo homenageado da Favela do Samba. Ele também era entusiasta da causa de Prestes, um fantoche comunista que acordou após ver o cadáver da irmã. Segue uma carta enviada aos comunistas após a exumação.

Rio, 17-4-40

Meu caro Bonfim,

Acabo de assistir à exumação do cadáver de minha irmã Elvira. Reconheci ainda a sua dentadura e seus cabelos. Soube também da confissão que elementos de responsabilidade do PCB fizeram na polícia de que haviam assassinado minha irmã Elvira. Diante disso, renego meu passado revolucionário e encerro as minhas atividades comunistas. Do teu sempre amigo, Luiz Cupelo Colônio.

Sabem a ironia da história? Anos antes de encontrar o cadáver da irmã, Luiz Cupelo havia ajudado a assassinar Bernardino Pinto de Almeida, vulgo “Dino Padeiro”. O motivo? Traição.

Era esse o tipo de movimento de assassinos idealizado e comandado por Prestes.

Muito do que aqui foi escrito pode ser encontrado nos livros de Jacob Gorender, historiador esquerdista.

Talvez o ato que mais demonstre a personalidade de Prestes aconteceu na década de 1960. Ao saber que militares espreitavam sua casa, Prestes não titubeou e fugiu. Refugiou-se em Moscou por décadas. O Jornal pôs em manchete: “Prestes fugiu abandonando a mulher grávida, sete filhos e o listão do PCB”.

Entre salvar a própria pele e cuidar da família, o “cavaleiro da esperança” da Favela do Samba preferiu a si mesmo.

A agremiação, com absoluta certeza, não irá se desculpar por ter reverenciado um assassino. Dado o atual ambiente político maranhense, a atitude da agremiação também não causa surpresa.

Contudo, nem o ambiente e muito menos essa atitude alienatória da Favela do Samba irão esconder o fato de que Luiz Carlos Prestes foi um assassino, covarde e traidor de sua pátria.