A intolerância de muitos professores universitários no país

Lendo o texto agressivo e cheio de ódio da postagem deste professor da UFMA, fico me lembrando das coisas que aprendi na igreja cristã evangélica tradicional, como a Batista, lugar onde cresci ouvindo tantas orientações importantes que norteiam a minha vida. Valores como a proteção da família, respeito aos pais, aos mais velhos, aos animais e a natureza, como obras das maravilhosas mãos de Deus.

Coisas que estas pessoas da estipe deste rapaz consideram “fundamentalismo”, idiotice e estupidez.

Não sei se o professor costuma fazer isso, mas na Igreja aprendi ainda que devo ajudar aos mais fracos na difícil caminhada diária, saber ouvir mais e falar menos, ter compreensão, praticar a caridade, alegria, mansidão, domínio próprio, fé, paz e longanimidade – paciência – que são os chamados “Bons Frutos do Espirito Santo de Deus’.

A prática dos bons frutos é um exercício diário e continuo na vida, e confesso, não é fácil em meio a um mundo cão que só nos empurra para liberarmos o lado mais obscuro de nossa natureza decaída. Mas pela graça e amor de Deus, somos capacitados por Ele a evoluir, e, mesmo em meio a tropeços, podemos melhorar como seres humanos aprendendo com os erros.

São os magníficos feitos do evangelho sobre a falha humanidade!

Me apaixonei pelo exemplo que devemos tomar para nós sobre o amor incondicional de Cristo para com os pecadores, a ponto de Ele sacrificar-se até a morte por quem não merecia e perdão para toda sorte de maldade, desde que haja arrependimento e desejo de mudança de comportamento.

Seria isto ‘idiotice/estupidez’?

Vi muitas famílias na igreja serem reconstruídas, trabalhos bem sucedidos na recuperação de dependentes químicos, pessoas desacreditas se tornarem homens e mulheres de respeito e valor, curas, maravilhas, milagres que aconteceram na vida de tanta gente, movidos pela fé de corações sedentos da atenção e favor de Deus.

Quantas vezes o tal professor já saiu pelas madrugadas ajudando quem precisa? Nós da igreja saímos várias!

Quantas vezes o caçador de “fundamentalistas” já doou um dia inteiro para ouvir quem precisava e dar acolhida? Nós da igreja perdemos as contas.

Quantas vezes o professor abriu mão de algum prazer, ou lazer, para poder ajudar ao próximo? Nós da igreja várias.

Seriam estes os motivos para que cristãos levassem as pauladas permanentes – as que matam – na cabeça, na opinião destes professores?

Quantas vezes o professor viu algum evangélico, católico ou outro tipo de cristão cometendo algum ato terrorista contra a sociedade em nome de sua fé aqui no Brasil? Nenhuma? Então de onde ele tirou essa ideia esdrúxula de que existe fundamentalismo no Brasil?

Fico imaginando se fosse um pastor evangélico ou um padre que tivesse dito que ateus ou de qualquer outra religião que não fosse cristã merecesse pauladas permanentes na cabeça… A mídia e a classe artística do país, Direitos Humanos, MPF, cairiam como lobos estraçalhadores numa pobre caça.

Infelizmente professores doutrinadores universitários, que nunca pisaram numa igreja para acompanhar o seu trabalho ou sequer leram uma página da Bíblia, têm voz e liberdade dentro do ambiente acadêmico para disseminar seu ódio, intolerância, seu fundamentalismo ideológico, incitar a violência, intimidar e coagir alunos, principalmente os declaradamente de Direita e Conservadores, ou que contestam suas ideologias, quase sempre sem sofrer punições.

O lugar aonde deveria ser maior núcleo de pensamentos e posições diversificadas, porque isso mostra uma democracia forte, tem se tornado currais para doutrinação e transformação de pensantes em gado que acredita “num pasto perfeito”, através de uma ideologia comprovadamente falida e arrasadora por onde passa.

O que me deixa pasma, é que mesmo com tanto acesso a tecnologia e informação nas mãos para estudar a história, os jovens ainda se deixam enganar e dominar pelo verdadeiro fundamentalismo intolerante, verdade única, falta de amor e sonham com uma ditadura de opinião de esquerda.

Levaram martelada na cabeça e a foice parece ter cortado a sua possibilidade de raciocínio e pensamento.

Falar de fundamentalismo em um país em que evangélicos e católicos ajudam ao próximo mais do que qualquer outro setor só podia ser coisa de professor universitário.

Procure saber das obras das igrejas, professor. Procure saber dos milhões e milhões que são protegidos, amparados e acolhidos pelas igrejas diariamente.

Procure saber disso e constate um fato óbvio: um simples minuto de existência do cristianismo tem mais efeito benéfico sobre a humanidade do que todos os séculos de sua ideologia!