Deixem a “cura gay” para quem quer ser curado!

Começo este artigo recomendando esta postagem, “Menino de 12 anos de idade se arrepende de ter “mudado de sexo” dois anos após a cirurgia’, para entendermos um pouco sobre a decisão do juiz em relação a reorientação sexual através de ajuda psicológica.

Ao proibir que o Conselho Federal de Psicologia “censure” a reorientação sexual, maldosamente apelidada pelo público LGBT como “cura gay”, o juiz federal da 14ª Vara de Brasília Waldemar Cláudio de Carvalho afirmou que a proibição do tratamento afeta a “liberdade científica do país”. O magistrado acolheu, parcialmente, ação movida pela psicóloga Rozângela Alves Justino, que foi censurada em 2009 pelo Conselho Federal de Medicina em razão de oferecer a terapia de reversão sexual aos seus pacientes.

A defesa da psicóloga e de outros apoiadores da ação pedia para que fosse suspensa a Resolução nº 001/1999 do Conselho Nacional de Psicologia. De acordo com a norma do colegiado, “os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados”. “Os psicólogos não exercerão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”.

O magistrado não considerou a norma que proíba a reorientação sexual profissional como inconstitucional, mas disse entender que os profissionais não podem ser censurados de promover a terapia a pacientes que a solicitarem.

Opinião

Mas é claro que artistas e famosos que são militantes LGBT’s, ou apoiadores da causa, foram para as redes sociais fazer barulho e se posicionarem como donos da verdade. Criticam, debocham da decisão do juiz, criaram hastags e textões, muitos, como a maioria das pessoas, sem ao menos ler sobre o embasamento da sentença. Dizem que fere os Direitos Humanos, que homossexualismo não tem cura por não ser doença e blá, blá, blá…

Mas a militância esquece, ou finge esquecer, que eles mesmos dizem que as pessoas têm de ser felizes como são e se sentem.

Mas agora quando alguém não se sente felize porque não quer ser um homossexual e decide procurar ajuda é motivo de escárnio? E não vai ferir o “Direito Humano” da pessoa escolher querer ajuda para procurar ser o que sente ser e não consegue?

Patrick Mitchell, com 14 anos, decidiu voltar a ser menino após 2 anos de tratamento transgênero

Se a pessoa se sentir um unicórnio purpurinado e agir como tal, todos os LGBT’s baterão palmas em total apoio assim como a mídia. Mas se ela deixar de querer ser o tal unicórnio, porque quer voltar à sua orientação sexual original, é uma afronta à classe, um deserviço e será xingada e ridicularizada pela mesma.

Criticar alguém por não querer mais ser gay é tão preconceituoso como criticar alguém por ser! E pior ainda quando esta decisão de não mais ser um homossexual é achincalhada pela própria classe, que deveria se solidarizar com quem quer retornar ao seu caminho original, porque o seu atual caminho é pedregoso e obscuro. É uma escolha pessoal que deveria ser respeitada, já que garganteiam tanto por tolerância e mais amor!

Amor para quem?! Só para os quem rezam a cartilha LGBT? Assim, diante de cada fato que acontece na sociedade, a doutrinação ideológica de gênero vai demonstrando sua fragilidade e vemos quem são os verdadeiros intolerantes.

Muitas pessoas que se tornaram gays foram, em algum momento na vida, induzidas – na maioria das vezes crianças – abusadas sexualmente e encontraram apoio em alguém ou grupo com a temática[LGBT], sentiram-se protegidos, aceitos… mas agora se descobriram-se com mentalidade formada, mais seguras de si e querem ser o que sempre foram biologicamente.

O famoso estilista Ronaldo Ésper já se declarou hétero após se converter ao cristianismo

Cura gay não existe! Apenas, como tudo na vida, EXISTE A DECISÃO de se posicionar e lutar contra o que não é bom para si, seja vícios, conceitos, pré-conceitos, maus-relacionamentos, má alimentação, maus hábitos, má educação…

Cada um sabe de suas frustrações, medos, necessidades… Se alguém necessita buscar ajuda para voltar a ser hétero,  seja com psicólogos ou numa igreja cristã, que haja respeito na decisão. O PODER DE ESCOLHA é a principal base de uma democracia sólida, que dá condições para cada indivíduo escolher o que é melhor pra si, maléfico ou benéfico.

Mais amor, por favor!