543 mil beneficiários do Bolsa Família cortados em 1 mês

O número de beneficiários pagos pelo Bolsa Família em julho registrou a maior redução em relação a um mês anterior desde o lançamento do programa, em 2003. Entre junho e o mês passado, o número de benefícios encolheu em 543 mil famílias. O corte inclui suspensões para avaliação e cancelamentos.

Ao todo, o programa pagou 12.740.640 famílias em julho. O número de bolsas pagas foi o menor desde julho de 2010, quando foram pagas 12.582.844 bolsas. A comparação com julho de 2014 e com o mesmo mês de 2017, mostra uma redução de 1,5 milhão de bolsas pagas.

Mesmo com os cortes, ainda há mais de meio milhão de famílias na lista de espera para ingressar no programa, sem previsão.

O Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário culpou a desastrosa política econômica do governo Dilma Rousseff (2011-16) pela redução.

Já se sabe que em 14 anos de Bolsa Família, ninguém que o receba nunca saiu da pobreza ou melhorou de vida em qualquer aspecto.

Muitas pessoas nem querem se esforçar para arrumar um emprego para que ganhem melhor do que a “merreca” paga, apenas por medo de perder um “benefício” que, na verdade, não beneficia ao país em nada, nem aos que recebem e nem aos trabalhadores que têm dinheiro descontado do seu salário como forma de tributos para o governo a serem repassados aos beneficiários do programa.

Depois de tantas malas, caixas de dinheiros e negociatas de propinas movimentadas entre as quadrilhas políticas destes últimos 14 anos, descobertas pela PF, vemos quem são os verdadeiros beneficiários da maior bolsa de dinheiro desse corrupto país… e claro, nem de longe é povo, engando com alguns “cento e poucos reais”.

A ilusória fonte de dinheiro Bolsa Família está secando, pois quando se descobriu a farsa que é “o maior programa de distribuição de renda do mundo”, como tudo o que PT fez parecer com seus marketeiros, “maior nisso e naquilo”, os cortes vêm acontecendo gradativamente, para não tirar do vez o mal costume do povo.

Se todo o dinheiro doado a população tivesse sido investido em cursos profissionalizantes para os adolescentes já chegarem a juventude com uma profissão e poder se enquadrar no mercado de trabalho, com certeza a realidade atual do Brasil seria outra bem diferente!

 Já dizia o sábio e falecido ex-presidente americano, Ronald Reagan:

“Devemos medir o sucesso dos programas sociais pelo número de pessoas que deixam de recebê-lo e não pelo numero de pessoa que são adicionadas à eles.”

“Acredito que o melhor programa social é um emprego.”